

Sinopse / resumo:
De um lado, Albert Einstein, um dos maiores gênios da física moderna, notório pacifista. De outro, Adolf Hitler, um nome que se tornou símbolo dos limites que a crueldade humana pode ultrapassar. Duas personalidades com visões de mundo radicalmente opostas com um ponto fundamental em comum: a filosofia e os textos de Helena Blavatsky como livros de cabeceira.
Um fictício encontro entre as três personalidades em meio a um cenário aparentemente absurdo, caótico e em ruínas, onde a luta pela sobrevivência e a autoabsolvição estão em evidência, é o ambiente perfeito para investigar como as mesmas crenças e uma mesma filosofia pôde (e pode) ser distorcida de acordo com o conjunto de valores e a comodidade de quem as interpreta.
Apresentação:
“QUAL DE NÓS?” É um espetáculo que trata, antes de tudo, de humanidade. Das várias acepções da palavra humanidade, aliás, trata de nossa sobrevivência enquanto espécie, do que temos feito para preservar nossa permanência no planeta, mas, também, do que temos feito para acelerar nossa extinção. Trata da maneira como enxergamos o outro, o próximo, de ensinamentos milenares que nos orientam para a construção de uma visão de mundo mais solidária, fraterna e de como estes mesmos ensinamentos podem ser deturpados objetivando a obtenção e a manutenção do poder como poderosa ferramenta de opressão.
O ponto de partida é a obra e os ensinamentos da escritora e humanista russa Helena Blavatsky que, no século XIX, trouxe para o ocidente filosofias orientais milenares com o propósito de defender um ponto de equilíbrio entre filosofia, religião e ciência, tendo influenciado diversos pensadores e personalidades do século XX. Entre os mais notórios estão o gênio da física e pacifista Albert Einstein de um lado e, contraditoriamente, o belicista e autoritário Adolf Hitler, de outro.
O espetáculo, em um cenário irreal e distópico (por enquanto), coloca estes três personagens frente a frente em uma luta pela sobrevivência e pela defesa de seus pontos de vista.
Justificativa:
Em um mundo de informações disformes, sem fonte e absurdamente fartas, é difícil decifrar o que é verdade e o que é mentira. Todas as nossas ideias, expressas em escritos, falas e registros mais diversos podem ser deturpados, mal interpretados, distorcidos e usados para todos tipo de finalidade, das mais nobres, aos mais sombrios.
Madame Blavatsky, como a russa Helena Blavatsky ficou mundialmente conhecida, foi escritora, filósofa e ocultista fundadora da Sociedade Teosófica Ocidental, instituição que, no fim do século XIX, difundiu uma série de teorias e práticas esotéricas que unia conceitos humanísticos e libertários presentes em diversas religiões orientais sem, no entanto, deixar de criticar aspectos negativos de cada uma destas, ao mesmo tempo que defendia uma integração entre religião, filosofia e ciência.
Sem saber, se tornou uma das precursoras do movimento feminista ao abandonar um casamento infeliz na Rússia e partir para a Índia, viajando sozinha, em busca de conhecimento espiritual.
Suas ideias foram amplamente divulgadas, principalmente na Europa e EUA, e seus ensinamentos influenciaram diversas personalidades do início do século XX, sendo os mais notórios e extremos Adolf Hitler e Albert Einstein.
Esse espetáculo coloca os três frente a frente e mostram ao público, como as coisas, nem sempre são o que parecem e como coisas feitas com as melhores intenções, também podem ser utilizadas para os piores propósitos. É necessário estarmos atentos, o tempo todo.
Cabeças de equipe:
Diretora:
Debora Dubois

Idealizadora e Atriz:
Biah Ramos

Gestor de Patrocínios
Antônio Pedro Porto

Oportunidades de financiamento:
Orçamento total:
BRL
472.670
Cota mínima disponível:
BRL
30.000
Cota máxima disponível:
BRL
472.670
O projeto conta com incentivo fiscal e abatimento de até 100% da cota de patrocínio contratada.
Elenco principal:
Biah Ramos, Walter Breda e Tairone Vale.
